É já nos proximos dias 7 e 8 de Maio que se realizará a 3ª etapa do Circuito Junior Samadi, na Praia do CDS, Café do Mar.
Na 2ª etapa, o Goncalinho atingiu as meias finais em Sub-14. Em Sub-16, o Pi ficou em 3º lugar. O Bernardo Ventura que na primeira etapa tinha obtido um bom resultado, ficou-se pelo Rd1.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
TMN Moche Especial Escolas de Surf
A TMN vai disponibilizar a partir de 25 de Março, uma edição especial Moche Escolas de Surf, cheio de vantagens para os nossos alunos.
Esta oferta é exclusiva para escolas de surf e não se encontram estes tarifarios nas lojas ou website TMN.
As principais vantagens do moche TMN Edição Especial Surf são:
- Desconto na mensalidade de 5eur/mês (sobre os 12,5eur/mês)
- Oferta da primeira mensalidade
- Chamadas, SMS, MMS e Videochamadas a 0 cêntimos para outros números do mesmo tarifário (entre números Moche)
- 1.500 SMS grátis por dia para outros números tmn
Para aderir é só contactarem-me nas aulas ou por e-mail para info@lisboasurfschool.com
Até Já!
terça-feira, 15 de março de 2011
Pedro Pi convocado para o Quicksilver ISA World Junior Championship
Aqui fica a lista dos atletas que vão defender as cores nacionais no campeonato mundial juniores no Peru, Punta Hermosa, de 21 a 29 de Maio 2011.
Sub 18: Vasco Ribeiro, Francisco Alves, Basile Belime, Diogo Appleton
Sub 16: Miguel Blanco, João Kopke, Tomás Fernandes, Guilherme Fonseca, Tomás Ferreira, Pedro Pi
Sub 18 Feminino: Constança Coutinho, Keysha Eyre, Carlota Appleton, Camila Kemp, Carina Duarte, Ana Sarmento
sexta-feira, 11 de março de 2011
Dica técnica, backside snap
Um dos pontos-chave para um snap de backside ser bem sucedido é o surfista olhar antecipadamente para onde quer ir (seta amarela na imagem).
Outro ponto-chave importante é tocar com a mão esquerda (circulo amarelo na imagem) na prancha logo após a viragem da prancha para baixo. Isto permite transferir o peso para a parte da frente da prancha, dando balanço para baixo e assim dar mais dinâmica, flow e power ao movimento!
Para os goofy's é exactamente a mesma técnica. Imagem em baixo.
Cliquem nas imagens para aumentar!
terça-feira, 1 de março de 2011
Saber comer
Muito interessante este livro de Michael Pollan da editora Lua de Papel.
Descreve-nos de forma simples, curta e radical, 64 regras de ouro que podem ser seguidas para conseguir uma alimentação saudável.
Aqui ficam alguns títulos de algumas regras.
Regra nº 7 - Evite produtos alimentares com ingredientes que uma criança do terceiro ano não consiga pronunciar.
Regra nº 11 - Evite alimentos com anúncios na televisão
Regra nº 19 - Se veio de uma planta, coma; se veio de uma fabrica, não coma
Regra nº 21 - Se tem o mesmo nome em todas as línguas, não é comida ( Big Mac, Cheetos, Pringles etc)
Regra nº 36 - Não coma cereais de pequeno-almoço que mudem a cor do leite
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Viragens - A importancia da pressão no pé de trás
Não há viragem com velocidade, power e flow em que não seja feita pressão no pé de trás.
Vejamos o exemplo de um cutback. Um dos pontos chave no Cutback é a torção ou rodagem do tronco para direccionar a prancha no sentido inverso, ou seja, primeiro roda-se o corpo, depois a prancha. Outro ponto chave no Cutback é a pressão que é feita ao mesmo tempo no pé de trás, pois é essa pressão que vai determinar a velocidade, o power e o flow da viragem.
Um ponto chave feito sem o outro resulta num Cutback sem flow ou "engasgado".
A pressão no pé de trás é realizada de perna flectida e com o peso do surfista apoiado no calcanhar de forma a por o rail na agua. Ao longo da curva que vai virando a prancha para trás, o rail vai sempre na agua, excepto na re-entrada na espuma, que é com o flat da prancha.
Um dos erros comuns é o surfista começar a fazer pressão/peso no pé de trás, mas a meio da curva levanta-se, ficando a manobra incompleta ou sem efeito.
A pressão deve ser mantida com perna flectida até a prancha estar virada para trás.
Uma forma excelente de treinar este movimento é praticar com o skate, onde se consegue simular o movimento de forma muito aproximada!
Vejamos o exemplo de um cutback. Um dos pontos chave no Cutback é a torção ou rodagem do tronco para direccionar a prancha no sentido inverso, ou seja, primeiro roda-se o corpo, depois a prancha. Outro ponto chave no Cutback é a pressão que é feita ao mesmo tempo no pé de trás, pois é essa pressão que vai determinar a velocidade, o power e o flow da viragem.
Um ponto chave feito sem o outro resulta num Cutback sem flow ou "engasgado".
A pressão no pé de trás é realizada de perna flectida e com o peso do surfista apoiado no calcanhar de forma a por o rail na agua. Ao longo da curva que vai virando a prancha para trás, o rail vai sempre na agua, excepto na re-entrada na espuma, que é com o flat da prancha.
Um dos erros comuns é o surfista começar a fazer pressão/peso no pé de trás, mas a meio da curva levanta-se, ficando a manobra incompleta ou sem efeito.
A pressão deve ser mantida com perna flectida até a prancha estar virada para trás.
Uma forma excelente de treinar este movimento é praticar com o skate, onde se consegue simular o movimento de forma muito aproximada!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O aquecimento ideal num dia de frio
Alguns estudos realizados, e descritos por Lawrence E. Armstrong, têm como objectivo apurar qual o tipo de aquecimento mais eficaz em actividades outdoor que sejam praticadas com forte exposição ao frio, como é o caso do surf.
A performance dos atletas pode ser afectada negativamente se houver descidas na temperatura do corpo, o que é provável que aconteça nos dias em que a temperatura do ar e agua estão muito baixas, levando o atleta a ficar esgotado mais cedo.
Como o aquecimento antes de entrar na agua tem como função principal preparar os músculos, o sistema cardio-vascular e prevenir lesões, é importante perceber que tipo de aquecimento deverá ser realizado antes de uma surfada em dias de agua e ar frios, de forma a prepara/habituar o corpo a reagir de forma positiva a essas adversidades.
O estudo revela que o tipo de aquecimento mais adequado seja o de media intensidade e longa duração. Isto significa:
- aquecer durante mais tempo tipo 15m em vez de 10m, mas sem grandes esforços.
- correr uma distancia maior, mas mais devagar, passo mais lento
- mais repetições das series de exercícios de aquecimento mas com menor intensidade
A alimentação tambem tem um papel fundamental na manutenção da temperatura ideal do corpo em condições adversas de pratica desportiva, sejam elas frio ou calor intenso.
Este tema será debatido num próximo post.
A performance dos atletas pode ser afectada negativamente se houver descidas na temperatura do corpo, o que é provável que aconteça nos dias em que a temperatura do ar e agua estão muito baixas, levando o atleta a ficar esgotado mais cedo.
Como o aquecimento antes de entrar na agua tem como função principal preparar os músculos, o sistema cardio-vascular e prevenir lesões, é importante perceber que tipo de aquecimento deverá ser realizado antes de uma surfada em dias de agua e ar frios, de forma a prepara/habituar o corpo a reagir de forma positiva a essas adversidades.
O estudo revela que o tipo de aquecimento mais adequado seja o de media intensidade e longa duração. Isto significa:
- aquecer durante mais tempo tipo 15m em vez de 10m, mas sem grandes esforços.
- correr uma distancia maior, mas mais devagar, passo mais lento
- mais repetições das series de exercícios de aquecimento mas com menor intensidade
A alimentação tambem tem um papel fundamental na manutenção da temperatura ideal do corpo em condições adversas de pratica desportiva, sejam elas frio ou calor intenso.
Este tema será debatido num próximo post.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Circuito Regional da Caparica - Datas
1ª Etapa - 19 e 20 de Fevereiro
2ª Etapa - 12 e 13 de Março
3ª Etapa - 09 e 10 de Abril
4ª Etapa - 29 e 30 de Outubro
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Medidas de largura
Depois da postagem sobre as medidas de espessura das pranchas, desta vez ficam aqui as medidas que podem ser escolhidas para a largura.
Tudo se baseia no gosto ou necessidades pessoais de cada um mas o conceito básico para definir a largura de uma prancha é;
- mais larga para ondas cheias e lentas, mais estreita para ondas em pé e rápidas.
Para um iniciante, uma prancha mais larga tende a ser mais estável no equilíbrio e na remada.
Um surfista com nível intermédio que pretenda ter uma prancha para dias mais pequenos e ondas lentas deve aumentar um pouco a sua largura e diminuir a altura em relação à sua prancha normal.
Por exemplo, um surfista que utilize 18" de largura na sua prancha habitual, pode aumentar para 18" 1/16 ou 18" 1/8 na sua prancha de ondas mais moles ou pequenas.
Na maioria dos Shortboards as medidas andam na casa dos 18" e 17"
Retros, Malibus, shapes especiais ou pranchas de iniciação chegam aos 19" e 20"
A variação é geralmente de 1/16 na medida 18", ou seja varia 1,5mm de uma medida para a outra.
Acreditem que faz diferença!
As medidas são:
17" 1/4
17" 1/2
17" 3/4
18"
18" 1/16
18" 1/8
18" 3/16
18" 1/4
18" 5/16
18" 3/8
18" 7/16
18" 1/2
18" 9/16
18" 5/8
18" 11/16
18" 3/4
19"
19" 1/4
19" 1/2
19" 3/4
20"
20" 1/4
20" 1/2
20" 3/4
Tudo se baseia no gosto ou necessidades pessoais de cada um mas o conceito básico para definir a largura de uma prancha é;
- mais larga para ondas cheias e lentas, mais estreita para ondas em pé e rápidas.
Para um iniciante, uma prancha mais larga tende a ser mais estável no equilíbrio e na remada.
Um surfista com nível intermédio que pretenda ter uma prancha para dias mais pequenos e ondas lentas deve aumentar um pouco a sua largura e diminuir a altura em relação à sua prancha normal.
Por exemplo, um surfista que utilize 18" de largura na sua prancha habitual, pode aumentar para 18" 1/16 ou 18" 1/8 na sua prancha de ondas mais moles ou pequenas.
Na maioria dos Shortboards as medidas andam na casa dos 18" e 17"
Retros, Malibus, shapes especiais ou pranchas de iniciação chegam aos 19" e 20"
A variação é geralmente de 1/16 na medida 18", ou seja varia 1,5mm de uma medida para a outra.
Acreditem que faz diferença!
As medidas são:
17" 1/4
17" 1/2
17" 3/4
18"
18" 1/16
18" 1/8
18" 3/16
18" 1/4
18" 5/16
18" 3/8
18" 7/16
18" 1/2
18" 9/16
18" 5/8
18" 11/16
18" 3/4
19"
19" 1/4
19" 1/2
19" 3/4
20"
20" 1/4
20" 1/2
20" 3/4
Maldivas 2009, o filme
Enquanto esperamos pela proxima viagem ás Maldivas em Julho ou Agosto deste ano, fica aqui um resumo como foi 2009.
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