segunda-feira, 16 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

WCT em Portugal.. Finalmente!!

Para quem ainda tinha duvidas ficou ontem confirmado pelo Parko que a nona etapa do WCT será em Portugal, provavelmente nos Supertubos.
Ver aqueles meninos a partir a loiça vai ser um previlegio raro a que vamos ter a oportunidade de assistir.
A ultima vez que o circuito passou por Portugal foi na Figueira da Foz em 2002, ano em que Andy Irons ganhou o primeiro dos seus 3 titulos. Infelizmente a prova na Figueira não chegou a terminar, ficou no Round 4 por falta de ondas e o WCT nunca mais voltou a Portugal.
Vamos rezar para que as ondas estejam de gala!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A Fly In The Champagne




A Quiksilver e a Billabong juntaram-se para realizar um documentario " A fly in the Champagne" sobre a rivalidade entre Kelly Slater e Andy Irons.
Estreia em video dia 15 de Março.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Dicas & Treino Técnico

Ver surf ao vivo

Ao longo deste mês de Janeiro o swell entrou algumas vezes entre os 5 e os 8m, sendo quase impossível surfar nas praias habituais. Somos obrigados a procurar picos menos expostos à entrada do swell e do vento desfavorável. Destes picos mais resguardados, há dois que frequentemente continuam a proporcionar boas ondas, Santo Amaro e o Inatel. O senão destes picos é que tem crowd, as entradas e as saídas são feitas por entre calhaus, a meio da onda aparecem lages que podem tornar a surfada um verdadeiro desespero, sendo desconfortável e não aconselhável para os "ainda" menos afoitos ou experientes. E assim se passam algumas semanas sem ir à agua, sem ir à praia, sem ter contacto com surf.

Mas também é nestas praias que muitas vezes se junta o maior numero de "prózada" por metro quadrado, há sempre fotógrafos e é frequente assistir a boas surfadas dos nossos prós nacionais. Santo Amaro e Inatel são um exemplo disso. São em Lisboa, tem excelente campo de visibilidade para quem assiste, são picos excelentes para ver surfar ao vivo. E o melhor de tudo é que é à borla.

Para quem "ainda" não esta preparado, e para aqueles que já lá surfam, assistir ás boas sessões de surf que se fazem por ali, vão aprendendo a estar bem colocados no pico, a saber que ondas apanhar, que ondas passam por cima da lage e que ondas passam por fora proporcionando um "ride" longo e cheio de manobras, qual a melhor fase da maré para surfar, onde entrar, onde sair...etc.

Passar uma ou duas horas a ver bom surf ao vivo (o mesmo tempo que a ver um jogo de futebol ou de ténis) faz maravilhas na evolução técnica de qualquer surfista. E tenho a certeza que muitos gostam mais de surf do que futebol!!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Kelly Slater em Jeffreys Bay

Dicas & Treino Técnico

Bottom Turn

O Bottom Turn é a manobra mais importante do surf. É muitas vezes ignorada e a que menos tempo se perde a aperfeiçoar. É utilizado sempre que se vai fazer uma manobra, e que permite ir fazendo a onda em Us, em vez de ir apenas cortando a onda. O Bottom Turn não é mais do que fazer uma viragem na base da onda em forma de U, para voltar novamente à parede da onda.

Há alguns pontos chave que não podem ser ignorados durante o Bottom Turn

  1. O Bottom Turn é executado na base da onda.

  2. Na base da onda, olhar para a secção que se quer ir. Se quiseres fazer um Off-the-lip, olha para o lip da onda.

  3. Na base da onda, após teres olhado a secção, baixa os joelhos e mantém-os assim até a prancha estar na direcção pretendida

  4. Durante a curva com os joelhos abaixados, o peso tem de ser distribuído de igual forma por ambos os pés, sendo que o pé de traz serve para direccionar

Para executares um Bottom Turn avançado deves acrescentar ao que foi dito anteriormente, o uso dos braços. Eles vão te ajudar a fazer curvas mais apertadas, dinâmicas e com flow.


Regra na utilização dos braços

- Durante o drop, mantém o braço (regulares é o direito) para a frente como está na 1ª imagem em baixo

- Quando começares a viragem na base, ou seja, a fazeres o Bottom Turn, passa progressivamente o braço direito para traz das costas enquanto o esquerdo se mantém para a frente apontando para onde se pretende ir (como está na segunda imagem)


Erros comuns


- Executar o Bottom Turn a meio da parede da onda, não obtendo assim a velocidade necessária

- Olhar para a parede quando se quer fazer uma manobra no Lip

- Sair da posição agachada cedo de mais sem ter chegado ao ponto da onda pretendido

- Aplicar demasiada pressão no pé de traz, travando a prancha


Dicas & Treino Técnico

As marés

As marés também tem uma influencia muito grande nas condições para surfar.

Sabendo qual o melhor ponto da maré e a que horas isso vai acontecer, o surfista pode prever qual a melhor altura para surfar!!
As marés são criadas pela força gravitacional que a lua e o sol exercem sobre a terra. Devido a esta força, e à do movimento de rotação da terra, temos duas marés cheias em cada 24 horas.
A maré cheia normalmente ajuda na formação de ondas moles devido a quantidade de massa de agua. A maré vazia pode provoca ondas mais tubulares. De uma maneira geral, a melhor maré para surfar é meia maré a encher sendo que, por vezes o surf de melhor qualidade, limita-se a um par de horas na meia maré. É muito útil ao surfista ter uma tabela das marés das praias que habitualmente surfa, para assim planear qual a melhor hora para a surfada!!

Há um ditado antigo que diz,
“Lua nova, lua cheia, preia-mar ás duas e meia”

Em períodos de Lua Nova ou Cheia, as marés são vivas e há uma preia-mar ao inicio da tarde. Nos quartos de lua, as marés são “mortas” e há uma baixa mar ao principio da tarde!

Dicas & Treino Técnico

Tipos de Fundo
Existem 3 tipos principais de fundos


Beach Break ou Fundo de Areia:
Tal como o nome indica são praias em que as ondas quebram em fundo de areia, produzindo vários picos ao longo da praia, onde se pode encontrar direitas, esquerdas ou até para os dois lados na mesma onda.
Onde os bancos de areia estiverem mais altos e lisos é onde as ondas quebram, tendo tendência a irem quebrando para a zona com mais agua, a mais funda (canais).
As ondas de fundo de areia mudam muito de forma, tamanho e localização devido à areia mudar constantemente de posição por acção das correntes e marés, ou de um swell grande.


Point Break
Os Point breaks tem origem junto a encostas rochosas.
São breaks constantes, com fundo de pedra ou areia, que normalmente quebram só para um lado, esquerda ou direita conforme a geografia da costa.
Como são fundos fixos, basta entrar um swell bem direccionado com vento a favor para produzir boas ondas.


Fundo de coral ou de Pedra Rasa
São fundos que se encontram ligeiramente submersos com base em corais ou pedras rasas. Normalmente existem em locais em que, quando o swell vem de grandes profundidades, ao chegar repentinamente à bancada rasa de coral ou pedras afiadas, produzem
ondas muito perfeitas. Estes fundos aguentam swells muito grandes dando origem a ondas como Teahupoo que quebra perfeito com 5m

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Surf Trip Algarve Natal 2008

As previsões faziam crer que esta seria a nossa melhor surf trip de sempre e que iríamos ter uma semana de gala com altas ondas. Swell de oeste com 2 a 3m, período de 15, vento off-shore todos os dias, de manha e à tarde. O cenário estava montado.
Apesar de nos primeiros dias ter estado grande em alguns picos daquela zona da Costa Vicentina, encontrámos sempre surf de qualidade, estando a surpresa da viagem reservada para o ultimo dia..

Nada melhor que os próprios intervenientes da viagem para relatar o que se viveu nesta surf trip...


1º dia da Surf Trip, por Pedro Head Coach

O dia começou bem cedo, eram 9h30 já estávamos na Praia de São Torpes, a primeira paragem para analisar o tão esperado swell. Cumpriam-se as expectativas, estavam altas ondas, ninguém na agua e a juntar a isso a famosa agua quente!


Continuação 1º dia Surf Trip

Ao longo da costa até chegar ao destino, o Vale Figueira Surf Camp, encontramos uma serie de picos a funcionar, com destaque para a Arrifana. O Raul estava cheio de pica para ir lá apanhar umas mas ao perceber que não tinha companhia, lá se conformou a ir pra carrinha e fazer mais alguns quilómetros até ao Amado, onde houve surf novamente com muita porradinha mas sem calhaus pela frente!! Para terminar este dia, só de salientar que durante o jantar no Camp, percebi que o Tomás sozinho comia nas calmas o mesmo que o resto da comitiva toda junta, incluindo a Kirra e a Biki!!